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Persuasão - Como escrever de forma persuasiva

Atualmente, a maioria de nós não está habituado a ler, seja em jornais, revistas ou livros, que não pareçam falar daquilo que queremos ouvir. O marketing e em especial a comunicação, tornou-se essencial para que hoje sejamos abordados com conteúdos aparentemente personalizados. Isso sugere-nos portanto, que o uso adequado dos textos e da escolha de cores em muitos ambientes, diferenciem um artigo escrito “para o leitor” e com quem ele se identifica, e um artigo que apesar de ser rico em informação, nunca irá ser conhecido. Contudo, se a intenção é transformar, por exemplo, um transeunte online num leitor assíduo de um blog ou fazer com que alguém fique fascinado com algo que escrevá-mos, existem técnicas para influenciar esse processo.

Ao escrever, inicialmente devesse ter muita clareza em relação aos objetivos daquilo que queremos e conhecer profundamente o publico com quem queremos “falar”. Depois, devemos de ser capazes de transmitir com vitalidade porque ele escolheu a melhor opção, quando optou pelo nosso artigo, livro. Os nossos textos devem  fazer com que os leitores entendam que nós conhecemos os seus problemas e, ao mesmo tempo, devem combater todas as objeções que eles possam ter em relação ao tempo que estão a despender a ler algo da nossa autoria.

Conselhos práticos para se escrever de forma persuasiva
  1. Escolha bem as primeiras palavras de um texto, escolhendo introduções atraentes e que despertem o interesse pela continuação da leitura.
  2. Fuja dos textos que mais parecem autenticas publicidades ou que parecem slogans de empresas.
  3. Procure sempre “dialogar” com os seus leitores, tentando mostrar que o discurso fala claramente com eles.
  4. Tente fazer com que os leitores gostem de si, mostre-se simpático.
  5. Apresente-se sempre de maneira positiva.
  6. Fale sempre com uma intenção de oferecer vantagens e benefícios.
  7. Ao usar os aspectos racionais, não seja ambíguo, mostre e argumente.
  8. Apele para as emoções, utilizando expressões como “sentir”, “tocar”, etc.
  9. Depois de tudo escrito, tente ler com se fosse um leitor, e veja se sente empatia e ligação com as suas palavras.

Mesmo que gostemos de pensar que somos seres racionais e que tomamos sempre as nossas decisões baseadas em factos, argumentos lógicos ou números, parece que os nossos cérebros são mais sensíveis ao que temos de menos prático e racional, as nossas emoções. Sendo que as palavras apenas são mais um exemplo onde se pode persuadir com mais ou menos eficiência, dependendo da nossa “qualidade como persuasor” quando escrevemos algo.
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Até já!

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