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4 obstáculos ao sucesso

Fracasso é o estado ou condição de não seguir em direção a um objectivo desejado ou pretendido. Podendo ser considerado apenas como o oposto do sucesso. Mas, apesar de fracasso ser uma palavra muito dura, do ponto de vista emocional, não deixa de ser uma palavra que infelizmente é a descrição dos projetos de vida de várias pessoas.

Para se identificarem as causas do “insucesso” é preciso que cada um daqueles que já atingiu esse ponto, realize uma retrospectiva sobre aquilo que correu mal. Ao fazer esse trabalho de reflexão, possivelmente, cada pessoa que já esteve nessa situação, encontrará várias supostas causas para o seu fracasso.

As palavras, sucesso e fracasso, são uma mascara da própria pessoa, visto que o valor que cada pessoa atribui a estas palavras é variável, sendo bastante subjetiva. Contudo, apesar das diversas definições internas de cada pessoa sobre os termos sucesso e fracasso, é unânime uma coisa, o fracasso é o maior obstáculo do sucesso.
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Com o objectivo de lhe chamar à atenção sobre os obstáculos mais comuns, e que são identificados estarem entre uma pessoa com sucesso e uma outra que deixa de lutar pelos seus objectivos e caí na teia do fracasso. Escrevo-lhe quatro das verdades mais comuns sobre o que as pessoa que não atingem os seus objectivos, fazem:

1 - O velho truque de por a culpa nos outros

Isso não é o que se chama preocupar-se com o que os outros pensam, possuem ou fazem. É a atribuição real de responsabilidade aos outros.

Um homem que perde o emprego, e que acredita em bruxarias pergunta; “Alguma bruxa me lançou um feitiço qualquer para isto me ter acontecido”, ao passo que um homem que se orienta pela sua capacidade de observação diz consciencializado “Fui despedido porque realmente a fábrica já não tinha encomendas e deve ter sido isso que perdi o emprego”. É a mente imatura e muitas vezes primitiva que procura os medos e os fracassos fora de si mesmo. Poucos admitem ”talvez o erro seja meu”. Quando a punição é iminente, é instintivo culpar alguém. Não reconhecemos o fracasso pelo que é e, em consequência, não podemos lidar com ele. Em vez disso construímos homens de palha, fazêmo-los cair imensas vezes e perdemos dias em batalhas que não poderemos vencer. A batalha que deveríamos estar a disputar  encontra-se dentro de nós mesmos e nessa batalha se lhe dermos valor não podemos perder.

2 - A tendência imediata para se culpar, mesmo que em segredo

Muitas vezes, em vez de se combater o problema que está por de trás do erro e lutar para resolvê-lo para evitar que aconteça de novo, culpamo-nos (como se fôssemos autênticos fracassados) e deixamos-nos ficar.

Esse é um modo de pensar pernicioso e uma prática perigosa, porque planta em profundidade os sentimentos de inferioridade e insegurança que irão mais tarde florescer como ervas daninhas dominando “o jardim do pensamento”. Abraham Lincoln, que errou muitas vezes mas estava longe de ser um fracassado, disse um dia: “A minha maior preocupação não é se errei, mas se estou contente com meu erro.” Quando um grande General da história foi libertado pelos comunistas que o tinham mantido preso durante muito tempo, conta-se que um jornalista perguntou o que o tinha mantido vivo durante aqueles três anos de infortúnio, tendo ele respondido “Nunca senti pena de mim mesmo, foi isso que me fez resistir.” A autopunição atormenta mais pessoas do que qualquer outra coisa e diria que fazer a culpa recair sobre nós mesmo é ainda pior, porque é uma das principais causas da auto-piedade. Toda a auto-culpa fecha a porta para o auto-desenvolvimento, muitas vezes até a própria personalidade fica severamente afectada.

3 - Não possuir objectivos na vida

Existem pessoas que passam pela escola, tiram cursos superiores e vivem como se estivessem fazendo algum favor a alguém e não a eles próprios. Nos seus empregos, trabalham na mesma rotina monótona, interessados apenas no salário no final de cada mês.

Contudo, existem também pessoas com imensos objectivos na vida, mas estão sempre à espera que algo aconteça de forma natural e espontânea, não fazendo nada para tentar alcançar os seus objetivos. Como se costuma dizer “vai á luta, sai do sofá”, esta é uma frase que podia bem ser um cartaz motivacional para alguns, mas infelizmente apesar de terem muitas vezes grandes objectivos, eles de nada ou muito pouco fazem para os atingir. Não se deve ficar sentado à espera que as “coisas aconteçam”, porque as oportunidades existem na sua grande maioria para quem “se mexe” e sai do seu local de conforto.

4 - Escolha errada dos objectivos

Existe uma história chinesa que diz que existia um homem de Pequim que sonhava apenas e só com ouro, um dia ele vestiu-se com as suas melhores roupas e dirigiu-se ao mercado, que na altura estava cheio de gente. O homem foi direto a uma banca de um comerciante de ouro, roubou uma bolsa cheia de moedas de ouro e foi-se embora. Quando os guardas o prenderam perguntaram – “Porque é que você roubou o comerciante de ouro em plena luz do dia e com tanta gente a ver?” ficaram perplexos com a resposta do homem que lhes disse – “Eu não vi ninguém, só vi o ouro”. Não é errado termos objectivos bem definidos, a única coisa errada nisto é vivermos com objectivos que não tragam felicidade, apenas sentimentos de segurança que é mascarada por objectivos muitas vezes camuflados de tristeza e inseguranças.

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Até já!

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