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A regra de ouro - na resolução dos problemas

É uma realidade que muitos dos nossos problemas são ocasionais e que ocorrem muitas vezes em situações rotineiras. O que muitas pessoas não sabem é que é bastante mais benéfico pensar que esses “problemas” têm geralmente uma solução e aceita-los, como sendo algo do destino, do que preocupar-se continuamente sobre o que sucedeu. Pois, tal como sugerem muitos psicólogos, aceitar os factos das ocorrências é mais fácil na hora de encontrar uma possível solução, principalmente quando se trata de solucionar problemas pessoais. Quando uma pessoa vê-se diante de uma situação complicada, difícil de resolver, e já tem no seu cérebro a etiqueta “problema sem solução”, o habitual é criar um bloqueio interno e não saber reaccionar de acordo com a realidade apresentada. 

A regra de ouro na resolução de problemas

Basicamente, um indivíduo com as características anteriormente apresentadas, o que deve fazer é tentar não ficar atrapalhado ao tentar mudar os factos e sobretudo não ficar a pensar uma e outra vez no que podia não ter ocorrido. O melhor nestes casos é:
  1. perguntar-se qual é o problema, 
  2. raciocinar sobre o que aconteceu
  3. entender em que nível esta o problema, numa escala de 1(irrelevante) a 10(perigo)
  4. se o problema estiver entre 1 e 6, fazer de tudo para despreocupar-se (ex: partilhar isso com alguém; ocupar o cérebro com outra coisa)
Aqui o ponto principal é ter consciência de que todos somos humanos e todos erramos. Não devendo martirizar-se com o que acontece consigo.

Recorde-se da máxima: A vida são dois dias! Para que é que se vai estar a preocupar num desses dias com problemas?

Até já!

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